Seu papel no mundo
Esse texto foi escrito para os amigos que me pediram que considerasse algo sobre seus variados papéis sociais e como corresponder à expectativa dos outros quanto a eles.
Quando falamos em papel social a associação que vem a mente é a de um personagem, um papel no teatro, na ficção, no drama. Seria uma representação. Em nossa vida é algo próximo disso mesmo, pois em nossa função social muitas vezes literalmente "representamos" um papel, assumimos alguma coisa para a nossa personalidade que não tem haver com a nossa essência, com a nossa vontade. Representamos papéis para agradar os outros, para garantir o amor e a aprovação dos demais, para nos "integrar" na sociedade, para pertencermos a um grupo e por aí vai. Mas a grande pergunta é: como ser autêntico, ser você mesmo em um mundo onde a cobrança, as exigências sociais - que se iniciam em nossa família - já pressupoem que nós devemos ser assim ou assado e que já nos ensinam como ser, do que gostar, o que vestir, o que ler, o que ouvir, o certo, o errado, etc? Repetimos, imitamos, fazemos de conta e muito pior: vivemos na mentira e acreditamos sinceramente que ela seja verdade.
Vou dar um exemplo: você mora em um lugar onde a grande maioria das pessoas é fortemente católica. Desde pequeno você frequenta a igreja, aprende a ser católico, a ver e considerar o mundo como católico, a conviver com a comunidade católica. Você cresce a age como católico, acredita nas verdades da sua religião. Um dia, por um motivo qualquer você passa por um momento de questionamento e começa a conhecer outras possibilidades religiosas, protestantes, espíritas, etc. Você sente suas convicções abaladas mas se sente muito inseguro para optar por outra religião. Você pensa no "desgosto" que seria para sua família, no desentendimento com os amigos, com a(o) namorada(o). Você sofre com sua dúvidas e acredita que está errado, Sua cabeça vira uma bagunça. Rapidamente você desiste da idéia de tentar mudar, se conforma, paralisa seu crescimento. Vai viver para sempre com um sentimento de que há alguma coisa errado mas nesse ponto nem você mesmo sabe mais o que é que incomoda.
Então, as coisas se processam sempre de forma parecida. Você aprende a ser muitas coisas que as vezes não dizem a respeito de quem você mesmo é, e sim, são coisas que fomos aprendendo e aceitando como nossas verdades e assim perdemos a possibilidade de sermos mais felizes em outros papéis mais bem escolhidos de acordo com nossa vontade pessoal. Papéis típicos como pai, mãe, filho, irmã, namorado, marido, esposa, etc, etc, são cheios de significado de acordo com a nossa criação e com nosso meio, nossa cultura. Aprendemos que uma boa esposa faz isso ou aquilo, que um bom filho é assim ou assado e dessa forma estamos sempre correspondendo as diretrizes impostas sem pestanejar, pois são verdades inquestionáveis e quando as questionamos estamos sendo rebeldes, corruptores, estamos "perdido", etc. O fato é que todo mundo tem um pouco do que lhe foi ensinado ser, tem as verdades de sua família e de seu meio em si e isso não pode ser mudado. O que pode ser mudado é a forma como você vai viver com isso, como vai se questionar, como vai construir a sua própria história sem se limitar pela vontade dos outros. O que vai fazer diferença é como você vai exercer seu direito de liberdade de ser um ser pensante e de ter direito a ser agente da própria história, ativo, questionador.
Dessa forma, com tudo que há de melhor e de pior no mundo, você é realmente o único responsável pelo seu destino. Só depende de você.
Já dizia o brilhante Fernando Pessoa: "Sou o intervalo entre o que queria ser e que que quiseram de mim".
Seja o que for, com tantos e quais papéis foram os seus, mas antes de tudo, seja livre para mudar. SEMPRE!
Regina Glaucia Macedo dos Santos
Psicóloga - Psicoterapeuta
Especialista em Sexualidade Humana
Pós-graduada em Pedagogia Empresarial
Formação em Direitos Humanos pela PUC e British Counsil
psicovit@hotmail.com
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 17h06
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Você adia alguma coisa?
Essa mania de protelar...
Você já parou para pensar em quantas coisas você adia todos os dias, deixa para depois e em quantas coisas dessas que você adia e nunca cumpre, nunca termina, nunca faz?
O ser humano tem essa péssima mania – protelar as coisas, deixar para depois as coisas que considera difíceis fazer, desagradáveis, as decisões a tomar, como se o mundo fosse mudar de idéia e você sempre fosse ter uma segunda chance e ser liberado do que tem que fazer hoje.
Protelar éuma atitude de adiamento. Adiar significa que você está se livrando temporariamente de uma responsabilidade - é uma ilusão, uma ilusão de que se tem algum controle sobre coisas que na maioria das vezes não temos.
Infelizmente, não protelamos apenas as coisas difíceis ou ruins: também, as coisas boas. Ligar para um parente, um amigo, conversar com alguém, dizer o que se sente, escolher fazer um curso, começar a ler um livro, terminar de fazer o que se deixou pela metade, abrir o jogo. Não é da natureza humana deixar as coisas em dia, temos que combater essa tendência porque não sabemos do inesperado da vida, achamos que temos todo tempo do mundo e desse jeito, desperdiçamos muita coisa boa.
Ter medo, sentir insegurança, angústia, não querer fazer algo - mas ter que fazer, ser obrigado a tomar certas atitudes, são coisas que bem ou mal fazem parte da vida, decidir, ter o controle da própria vida começa em assumir seu papel de responsabilidade, agir com maturidade enfrentando as situações, dar as cartas: ser agente da própria história. Tem um velho ditado que diz que quem não escolhe acaba sendo escolhido. Se você tem a chance de exercer a sua liberdade de agir, agir hoje, agir agora, enfrente! Desafie a sua própria sorte, tenha determinação e coragem de decidir, de caminhar, de sair do lugar e não ficar vendo a banda passar, ficar passivo, esperando o que o destino trás para você.
É melhor sempre se pensar: eu fiz, eu tentei, eu escolhi, porque o EU é você. Se não temos o controle real de muita coisa também temos o poder sobre alguma coisa e condição de transformar nossa vida. Mas precisamos agir. Só reclamar e ficar esperando sem fazer nada é infantil: é deixar para amanhã o que se pode fazer hoje. Felicidade não cai do céu...
Tente, aja, faça alguma coisa,
MAS FAÇA AGORA, FAÇA HOJE!
(Quem sabe amanhã não será tarde demais).
Regina Macedo - psicovit@hotmail.com
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 17h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Você sente Solidão?
Vamos falar de Solidão
A solidão é um assunto que incomoda muito, muita gente se sente sozinha, sozinha mesmo, mal com isso e também, tem dificuldade de resolver ou comentar com alguém - como se o fato de se sentir mal por se sentir solitário fosse fraqueza.
Eu li um texto muito interessante sobre a solidão esses dias e refleti que é uma das maiores queixas no consultório. Mesmo com rodeios, o cliente chega no mesmo lugar: se sente muito sozinho, se sente como se não fizesse parte desse mundo, se sente excluído, se sente rejeitado, não tem ninguém, não tem amor.
Acredito que a solidão seja parte da existência, somos seres que vivemos no coletivo, mas nossas escolhas nossa individualidade nos fornece sentimento de isolamento, no fundo sabemos que viemos sozinhos e vamos embora sozinhos, na solidão da morte. E como têm gente que se desespera por isso! Ser solitário faz parte vida, nem tudo nós podemos compartilhar e mesmo que a gente tente, existem coisas que não conseguimos transmitir por palavras - nossos sentimentos e momentos cruciais onde a decisão, a escolha é unicamente nossa. E se há escolha, também há possibilidades, liberdade, colocar as próprias decisões na mão dos outros mina esse direito fundamental: ser livre.
Ter uma esfera individual é comum a todas as pessoas, mas o que incomoda mesmo é quando a consciência disso, ou realmente a falta de alguém, de apoio, nos deixam mal, com baixa auto estima, com depressão, com tristeza no viver. Sentir solidão é muito mais doque realmente estar sozinho, ou seja, na ausência de alguém, de outro humano, sentir solidão é sentir um sentimento de vazio e uma angústia que afirmam o quanto você é incapaz, que te aponta seus problemas, que faz você sentir desesperadamente a falta de alguém ou de alguma coisa, mesmo que haja alguém ao seu lado nesse instante. Têm casais que conversam, dividem a vida, a casa, a cama e que não se sentem felizes, que sentem um vazio profundo, que sentem solidão, falta de alguma coisa - nem sabem o que- numa angústia tão grande que quase paralisa. Nem sempre isso é percebido pelo outro e talvez seja percebido tarde demais.
Se você sente uma solidão extrema, está triste com isso, é hora de falar, de tratar disso. Exageradamente amigos, nada é normal. Solidão extrema é um estado patológico que pode até levar ao suicídio, que pode acarretar outras doenças seríssimas, não só psicológicas, mas físicas - hipertensão, dependência química, enfarto, doenças de pele, câncer, etc - são as chamadas doenças psicossomáticas que o médico não consegue tratar sozinho, já que são secundárias, surgiram depois de um problema psicológico - a solidão. Viver assim é um martírio e ninguém merece isso.
A saída mais importante para a solidão é aproximar-se dos demais, num sentido autêntico, em relacionamentos profundos, com felicidade no viver. Reconhecendo suas qualidades, suas faltas e se perdoando, procurando ser útil, produzir algo de bom na vida, tendo uma função, ajudando os outros, se sentindo parte da sociedade, cidadão. Se sentindo parte do Universo, filho de Deus, encontrando sua espiritualidade- seja ela qual for- aprendendo a ver as coisas boas da vida, a relaxar, a conversar, a procurar ajuda e sabendo que nunca, nunca, se está realmente só.
SEJA SEMPRE FELIZ E AME-SE, INDEPENDENTE DE COMO VOCÊ FOR.
Regina Glaucia Macedo dos Santos
Psicóloga - Psicoterapeuta,
Especialista em Sexualidade Humana
Pós-graduada em Pedagogia Empresarial
Formação em Direitos Humanos pela PUC e British Counsil
psicovit@hotmail.com
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 16h51
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Ciúme é amor ou é possessividade?
Sentir ciúmes é parte da natureza humana, quando achamos que temos algo de muito bom e importante temos medo de perder, mas o que torna o ciúme complicado é quando a pessoa tem tanto medo que isso prejudica seus relacionamentos, sufoca o outro.
Sufocar alguém na relação é o primeiro passo para perder a pessoa, então temos que dar uma “maneirada” na forma de ter e de demonstrar ciúme. Isso é possível porque na maioria das vezes o ciúme bem como outros fortes sentimentos como a paixão, não são explicáveis aos olhos da razão e simplesmente acontecem, são baseados nos sentimentos mais primitivos, algo que poderíamos chamar vulgarmente de “instintos”. Compartilhado e avaliado sob o foco racional, na maioria das vezes o ciúme se torna infundado e desaparece.É importante entendermos que o ciúme se mantém pelo medo da perda, no caso, isso é uma atitude normal, nenhum de nós gosta de perder e faz de tudo para garantir o que acha que possui. Mas, acreditar que alguém lhe pertence é o mesmo que transformá-lo em um objeto, uma coisa, um ser sem direitos de escolha que não pode escolher por si próprio, pois pertence a alguém e obedece às suas normas.
Tem algo de baixa auto estima aí - quem me conhece sabe que eu sempre relaciono a maioria dos problemas psicológicos a isso, esse fator é muito importante mesmo - no fato de você sentir um ciúme absurdo por temer ser trocado ou traído, como se alguém lhe dissesse que você não é bom o suficiente para o outro e que por isso pode perdê-lo. Esse ciúme coloca você como objeto, e não o outro. Você é o ser dependente que precisa do amor e da presença do outro. Nesse ponto, muitas pessoas vivem relacionamentos completamente neuróticos onde se tornam vítimas do medo de perder e de uma ameaça velada que muitas vezes sustenta o par.
É assim, seu par se fortalece provocando em você o medo de perdê-lo ou então mostrando a você de alguma forma o quanto você é ruim ou tem defeitos, ou então – e mais feio ainda – ameaçando o tempo inteiro que vai se separar de você só para tê-lo sob seu controle. Gente, não é que as pessoas sejam monstros ou desumanas, muitas vezes fazemos isso com nossos pares, colocamos sua ato estima lá embaixo para nos sentirmos melhores ou superiores, para mascarar nosso próprio medo e fraqueza e nem nos damos conta do que estamos fazendo.
Os homens principalmente, que têm dificuldade de expor seus sentimentos, são os que mais fazem isso. Jogam as mulheres no chão como se não estivessem nem aí e assim tem o controle da situação, tornam a parceira dependente e medrosa e depois reclamam do seu ciúme doentio – que no caso nasceu da insegurança que ele próprio plantou. Sem via de regra, qualquer um, homem ou mulher pode agir assim, isso mostra um lado opressor que também é inseguro e tem medo, o que mais uma vez vem reforçar o aspecto do ciúme vinculado à insegurança.
Com ou sem motivos, o ciúme é um sentimento que faz mal, ele é parte da nossa natureza, mas ele pode ser trabalhado. Quando bem administrado ele dá indícios de amor, mas se mal administrado ele enfraquece, adoece e afasta ao invés de aproximar as pessoas. Somente em casos de problemas sérios psicológicos que eu conheci pessoas que gostam de ser vítimas de ciúme ou possessividade, na maior parte dos casos isso incomoda muito e afasta, pois quem é vítima de ciúme se sente oprimido e ao invés de haver amor na relação começa a haver controle e regras, a confiança vai embora e a vontade de ficar junto também.
Devemos pensar isso não só para relações amorosas e sexuais e sim para todo tipo de relacionamento, tem muito amigo que morre de ciúme de perder a amizade, patrão que faz de tudo para o que seu funcionário não cresça e não se destaque para não perdê-lo, e por aí vai...
Ninguém é de ninguém, isso incomoda muito, mas também deveria incomodar pensar que alguém está ao seu lado por pressão, porque você força a barra e não porque você merece ser amado e tem condições de ter uma pessoa especial com você.
Todo mundo merece ser amado, todo mundo tem uma idéia definida do tipo de pessoa que gostaria de compartilhar sua vida, de amar. Talvez o caso do ciúme seja o que seu parceiro não é bem a pessoa certa e aí, não adianta tentar mudar isso, o mais certo é permitir ser amado por outra pessoa que tenha mais a ver com você e permitir que outro também encontre a sua metade, sem permanecer no erro por medo de terminar e de ficar sozinho, ou pior, por medo do que os outros vão pensar de você se se separar.
Vou dizer mais uma vez:
VOCÊ MERECE SER FELIZ,
VOCÊ É O RESPONSÁVEL PELA SUA FELICIDADE, LUTE POR ELA!
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 15h31
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Atitude Defensiva – A atitude que bloqueia
A atitude defensiva age como uma barreira em torno de você. Está associada a vários fatores: culpa, medo, raiva, mágoa, baixa auto estima, etc.
Quando agimos defensivamente, evitamos situações que possam nos trazer sofrimento, infelicidade, isso está associado a algo que já vivemos e que temos medo que se repita. Ou seja, na atitude defensiva antecipamos os fatos e a reação das pessoas. O que ao mesmo tempo nos protege – de certa forma - também limita o contato com o outro, com o mundo porque pré-determina, antecipa as situações, tira a espontaneidade do gesto, do viver.
Com atitudes defensivas muitas vezes nos tornamos rancorosos, amargos, desagradáveis, críticos. Pessoas defensivas têm muito medo de viver, têm medo das pessoas, desconfiam de tudo, de todos, limitam a possibilidade de serem amadas como são, e ainda saem por aí desmanchando o prazer dos outros, pessimistas e negativos. É claro que o nível disso tudo varia de pessoa pra pessoa, o importante é pensar que ser defensivo demais atrapalha a existência, bloqueia e torna a pessoa infeliz. Ser um pouquinho defensivo e até mesmo desconfiado é atitude de proteção, de vida porque a gente nunca sabe o que nos espera e temos mesmo que ter cuidado com as coisas e não cair de cabeça em tudo, mas temos também que cuidar pra não exagerar nas coisas, tudo que é demais faz mal...
Então pense, até queremos, mas não temos controle das coisas, das pessoas, é claro que ter consciência disso incomoda, mas também, temos que pensar que por outro lado é esse inusitado que traz o colorido e a graça da vida, a liberdade!
Liberdade de ser feliz, de acertar, de errar, de recomeçar. Ser livre é tentar e abrir-se para o mundo e não exigir perfeição, exigir sim melhorar sempre, transformar, mudar o que é preciso.
E a gente sabe que a verdadeira mudança começa dentro da gente, na forma como a gente vê o mundo, como recebe as pessoas, como interpreta os acontecimentos, como lida com os revezes da vida. É na forma como você encara a vida, como lida com as pessoas e com as coisas que você vai conseguir ser feliz ou não e não tentando ter o controle de todas as coisas e fechando a sua porta para o contato com os demais, se isolando.
Só quero que reflita sobre isso:
Cada novo dia que surge é uma oportunidade que você tem para aproveitar ou desperdiçar, para tentar reconstruir a sua vida sobre alicerces mais saudáveis, para começar a viver com menos angústia e melancolia, menos agarrado ao passado.
Acredite na sua capacidade transformadora, deixe de lado seus medos e desconfianças e permita-se experimentar o novo, acertar e errar, crescer. Veja a vida com outros olhos, você verá que a forma como você se coloca no mundo faz toda a diferença no resultado, no que você recebe de volta.
ACREDITE, VOCÊ PODE.
Regina Glaucia Macedo dos Santos
Psicóloga - Psicoterapeuta,
Especialista em Sexualidade Humana
Pós-graduada em Pedagogia Empresarial
Formação em Direitos Humanos pela PUC e British Counsil
psicovit@hotmail.com
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 09h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
A Psicologia serve para mim?
Uma das maiores dúvidas das pessoas em torno da Psicologia é quanto a sua utilização prática. Ela serve para mim? Em que ela pode me ajudar? Que tipo de psicólogo eu procuro? É caro? E mais uma infinidade de questões que envolvem não só a desinformação natural como também, e infelizmente, o preconceito.
Para responder a estas dúvidas eu costumo perguntar às pessoas que importância tem para elas a sua saúde, seu bem estar, sua qualidade de vida, sua felicidade.
A Psicologia é uma ciência que busca a realização humana, em termos românticos, a felicidade pessoal, ela própria se aprimora, aperfeiçoa e está em diversos ambientes auxiliando diretamente ou não em outras práticas.
Para aqueles que estão em crescimento contínuo, procurando se aprimorar, resolver os seus problemas, ter qualidade de vida e saúde, a Psicologia têm infinitas opções à oferecer e um apoio integral ao seu desenvolvimento humano. Mas ela não pode oferecer nada àqueles que já estão tão bem, tão bem resolvidos e são tão “perfeitos” que a consideram “coisa de maluco”. Diria a minha avó: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento.”. Por fora estão ótimas, são as donas da verdade, mas sofrem em silêncio e seus relacionamentos não vão nada bem..
Concluindo, todos nós (sem exceção!), temos algo a acrescentar de bom em nossas vidas, a aprender e aprimorar. A melhoria contínua, a qualidade total deve começar dentro de nós, esta é a verdadeira felicidade que se expande a todos os setores de nossas vidas.
O melhor psicólogo (além de ter qualificação profissional) é aquele com o qual o cliente se sente bem, à vontade, respeitado, independente de seu modelo de trabalho e do preço que cobra.
Se custa caro? A pergunta é: Quanto vale a sua saúde? Tem muita gente por aí que dá mais valor a um par de sapatos que a si mesmos, ficam lindos por fora, mas por dentro...
Espero que você seja consciente e determinado na busca pela sua felicidade e realização pessoal, pois por último, é só você que pode realmente conseguir isso em sua vida.
“ Derrubar uma casinha de sapé é fácil, mas é muito difícil derrubar um edifício de bases muito fortes.”
Regina Glaucia Macedo dos Santos
Psicóloga - Psicoterapeuta,
Especialista em Sexualidade Humana
Pós-graduada em Pedagogia Empresarial
Formação em Direitos Humanos pela PUC e British Counsil
psicovit@hotmail.com
______________________________________________________________________
Escrito por Regina Macedo Crp 04/17351 às 09h51
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
|

|
|
Meu perfil
|



|
BRASIL, Sudeste, VITORIA, JARDIM CAMBURI, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Arte e cultura, Livros, Saxofone, Passeios
|
Votação
Dê uma nota para meu blog
Outros sites
UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis

|

|